
O mesmo sujeito assujeitado pela ideologia com dominante que ocupa espaços/lugares presenciais é o que habita espaços/lugares virtuais; a internet não é mágica e vem representando identificações e contraidentificações muito semelhantes as que temos ao longo da história da humanidade.
História essa que sempre nos é contada com a presença daqueles que estão à margem da sociedade, por não ter o suficiente para transitar pela “cidade” ou por lutar por ideais que se opõem aos do capital. Refletir sobre isso nesse momento histórico do início do ano de 2012 remete a movimentação politica na busca de mecanismos de regulação e punição do conhecimento compartilhado que não gera lucro para as multinacionais.
O acesso iliminado é controlado; os “crimes” virtuais são punidos com a legislação do presencial; as redes sociais nos possibilitam a comunicação com pessoas de quase todos os lados do mundo. Mas quem são os sujeitos que mais interagem com você na internet? Os que você mais convivem presencialmente ou os mais distantes?
Na vida presencial temos medo de assalto, roubos, agressões na vida virtual temos medo das nossas senhas serem violadas, nosso computador invadido, nosso trabalho de dias… perdido num piscar de olhos e da censura, dos processos movidos contra o dono daquele blogue que já não está mais lá, pois violou algum direito autoral.
Não interprete o paragrafo acima como apoio a violação de direitos autorais, mas como uma relexão sobre o modelo vigente e os caminhos que ele pode ou vai seguir. Ao mesmo tempo que sonhamos com uma mudança, percebe-se uma ditadura virtual “disfarçada”, ao nos remeter ao pensamento de Paulo Freire, pode-se pensar hoje num sujeito que é oprimido virtual?
O mesmo sujeito assujeitado pela ideologia com dominante que ocupa espaços/lugares presenciais é o que habita espaços/lugares virtuais; a internet não é mágica e vem representando identificações e contraidentificações muito semelhantes as que temos ao longo da história da humanidade.
História essa que sempre nos é contada com a presença daqueles que estão à margem da sociedade, por não ter o suficiente para transitar pela “cidade” ou por lutar por ideais que se opõem aos do capital. Refletir sobre isso nesse momento histórico do início do ano de 2012 remete a movimentação politica na busca de mecanismos de regulação e punição do conhecimento compartilhado que não gera lucro para as multinacionais.
O acesso iliminado é controlado; os “crimes” virtuais são punidos com a legislação do presencial; as redes sociais nos possibilitam a comunicação com pessoas de quase todos os lados do mundo. Mas quem são os sujeitos que mais interagem com você na internet? Os que você mais convivem presencialmente ou os mais distantes?
Na vida presencial temos medo de assalto, roubos, agressões na vida virtual temos medo das nossas senhas serem violadas, nosso computador invadido, nosso trabalho de dias… perdido num piscar de olhos e da censura, dos processos movidos contra o dono daquele blogue que já não está mais lá, pois violou algum direito autoral.
Não interprete o paragrafo acima como apoio a violação de direitos autorais, mas como uma relexão sobre o modelo vigente e os caminhos que ele pode ou vai seguir. Ao mesmo tempo que sonhamos com uma mudança, percebe-se uma ditadura virtual “disfarçada”, ao remeter ao pensamento de Paulo Freire, pode-se pensar hoje num sujeito que é oprimido virtual?